Landscaping material is quite versatile for your landscaping needs. Most people apply mulch to their flower beds but this can cause a problem. The color of mulch will fade over time, especially when exposed to the sun. Mulch also attracts termites which could prove to be costly to your home.

The uses of landscaping material can provide a decorative appearance as well as being useful in helping your plants survive. The gravel is very effective in controlling the growth of unwanted weeds, especially if landscaping material is used underneath. Landscaping gravel has many benefits. In addition to the beauty it creates, it helps prevent soil erosion and helps to retain water and moisture for your plants. It provides a natural, finished look to water features, walkway edges, and the outside walls of your home. It is also a nice feature to have around a pool. If you want to provide drainage away from a wall, lining the wall with gravel will help you accomplish this task.

Dig Out the All-Purposeful Landscaping Materials:

There are various kinds of ornaments or structures that can be used to decorate you landscape area. There are several manmade structures like gazebos, water formations, trellises etc that you can integrate into the landscape. These are sure to make the area more interesting and more natural looking if they are made of natural materials that do not stand out.

The most common materials used in landscaping structures are wood and materials. Landscape stone is great because they come in many different kinds. The more common landscaping stone used for outdoor landscaping are granite, limestone and marble. These are three entirely different stone that can be utilized for landscaping purposes. Other kinds of stone used as landscaping stone are brick, sandstone, mountain quartz, adobe and so much more.

Landscaping Materials are Sometimes Gives a Matchless Look:

Use of Landscaping Materials for landscape boulders and slabs make for very attractive stone pieces in the garden. They give a rugged feel to the landscaped area and add to the natural beauty. It is sometimes better to use local stone or more natural colored stones for a natural looking garden. The more flamboyant materials can also be used but these need consideration about what kind of plants or flowers complement them. Some stone fit a more arid looking garden compared to darker colored stone which complement more foliage. For more info see http://www.onlinelandscapedesigns.com/Landscaping_Equipment/ on landscaping tools.

Other landscaping materials stone use is for low walls or low borders. Putting low walls in and around the garden can help segregate the place and also add to the beauty of the area. It is better to add low walls or borders instead of the higher walls since low walls give the sense of wideness and breadth. Some landscaping materials uses are for cut stone steps. Cut stone steps are very attractive in the landscaped garden or area. These can be used to lead people to other outdoor structures or areas. Stone furniture is often used to both decorate the garden and accommodate people who spend time at the garden.

You can also find more info on landscaping landscaping and rocks landscaping . Onlinelandscapedesigns.com is a comprehensive resource to get help in landscape issues.

Landscape (1948) – Carlos Calvet (1928 – 2014)
Centro de Arte Manuel de Brito, CAMB, Palácio dos Anjos, Algés, Portugal

Material: Oil on wood
Collection: Manuel de Brito

BYOGRAPHY

MORREU O ARTISTA PLÁSTICO CARLOS CALVET, UMA REFERÊNCIA DA ARTE CONTEMPORÂNEA

Calvet integrou o grupo Os Surrealistas com Mário Cesariny, Cruzeiro Seixas e Isabel Meyrelles.

Pintor, arquitecto e fotógrafo, Carlos Calvet morreu esta segunda-feira à tarde aos 86 anos, escreve a Lusa, citando uma fonte ligada à família. O artista plástico que tinha 86 anos é lembrado como uma referência na arte contemporânea portuguesa.

“Foi um extraordinário pintor”, diz sobre Carlos Calvet o galerista Carlos Cabral Nunes, director da Perve Galeria. “Foi um artista plástico e surrealista com uma obra muito sólida, muito interessante e muito rigorosa”, recorda Cabral Nunes, que ainda há “pouco tempo” recebeu o artista naquela que quer ser a casa do surrealismo português: a Casa da Liberdade – Mário Cesariny (associada à Perve Galeria).

Quando em Novembro esta casa foi inaugurada em Lisboa, Carlos Calvet era um dos artistas com obras ali expostas. E o artista plástico foi lembrado na mesma altura no congresso internacional que teve por mote Surrealismo(s) em Portugal.

Carlos Calvet, que se formou na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa e do Porto, integrou ainda muito jovem Os Surrealistas, o grupo dissidente em relação ao movimento oficial onde pontificava António Pedro. Ao lado de nomes como Mário Cesariny, Artur do Cruzeiro Seixas e Isabel Meyrelles, Calvet desenvolveu “uma poética muito mais centrada no experimentalismo da palavra e da forma do que os pintores que se incluíam no grupo rival”, como destaca a crítica de arte do PÚBLICO Luísa Soares de Oliveira.

“Com os seus colegas, expôs em 49 e 50, desenvolvendo então uma pintura que se aproximava da arte metafísica italiana de um De Chirico, por exemplo”, explica Luísa Soares de Oliveira. Já Carlos Cabral Nunes destaca o “papel muitíssimo importante” que Calvet teve no surrealismo português, onde além da pintura, se distinguiu também por ser o “autor dos únicos filmes portugueses surrealistas”. “Há um filme que é fundamental, um documento único”, diz Cabral Nunes, referindo-se à curta-metragem de 1964, uma ficção surrealista com Cesariny e João Rodrigues, intitulada Momentos na Vida de Um Poeta.

Além do seu pequeno percurso no cinema, Cabral Nunes destaca ainda a dimensão poética de Calvet. “Ele não tem uma obra poética muito extensa mas é muito interessante”, diz o galerista.

Mas para Luísa Soares de Oliveira, a marca que hoje reconhecemos como sendo distintiva da obra de Carlos Calvet aparece alguns anos depois destes trabalhos. “São as estilizações bidimensionais muito à maneira da Pop inglesa, que motivaram também outros pintores seus contemporâneos, como António Areal (com quem também expôs alguns anos mais tarde) ou Palolo”, explica a crítica de arte, para quem “Calvet teve o enorme mérito de integrar a primeira geração que efectivamente conseguiu colocar a arte portuguesa a par e passo com a sua congénere internacional, um facto que era já evidente na década de 60”.

“O café A Brasileira, no Chiado, homenageou-o, adquirindo uma obra sua para integrar o conjunto de pinturas portuguesas modernas que a decoram desde o começo dos anos 70”, lembra ainda Luísa Soares de Oliveira, explicando que “a imagem que lá vemos hoje é uma reprodução, como todas as outras que decoram as paredes deste ícone da vida lisboeta, mas aproxima indubitavelmente a obra do pintor ao quotidiano de quem por lá passa”.

Mas Carlos Calvet foi também um nome importante da fotografia portuguesa. “A sua passagem pela fotografia foi breve mas a sua obra é uma referência”, diz ao PÚBLICO Emília Tavares, conservadora de fotografia e novos media do Museu do Chiado. Carlos Calvet está presente na colecção deste museu ao lado de nomes como Fernando Lemos, Gérard Castello-Lopes, Vítor Palla, Carlos Afonso Dias e Sena da Silva.

“Ele sempre preferiu a pintura mas deixa-nos uma obra brilhante e um legado muito importante”, continua Emilia Tavares, referindo-se às fotografias que Calvet fez nas décadas de 50 e 60. “Foi um período muito pujante e criativo.”

“Vai fazer muita falta, é uma pena que esta geração esteja a desaparecer toda sem que o país tenha feito o devido tributo a estas pessoas”, termina por dizer Carlos Cabral Nunes, garantindo que a obra de Calvet “continuará a ser mostrada e lembrada”.

O funeral deverá acontecer na quarta-feira, segundo a informação divulgada pela Lusa.

in Publico, Ed. de 21 de Abril 2014.

Jornalista: CLÁUDIA LIMA CARVALHO

BIOGRAFIA

CARLOS FREDERICO PEREIRA DE SEQUEIRA BRAMÃO CALVET DA COSTA (Lisboa, 1928 — 21 de abril de 2014 ) foi um arquiteto, artista plástico e pintor português .

Misterioso, Ousa, 1978, óleo sobre platex, 84 x 122 cm
Licenciado em Arquitetura pela Escola de Belas Artes do Porto, a sua atividade abarca também a pintura, fotografia e cinema.

Dedica-se à pintura desde muito cedo (c. 1944), expondo pela primeira vez em 1947, na 2ª Exposição Geral de Artes Plásticas, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa.

A sua obra inicial revela interesse particular pelo cubismo de Braque (as suas naturezas-mortas atestam este interesse). Aproxima-se do surrealismo embora sem assumir oficialmente e ligação ao movimento; realiza cadavre-exquis com António Areal e Mário-Henrique Leiria, e curtas-metragens, uma das quais com a participação de Mário Cesarini.

A sua afirmação no meio artístico português acontece nos anos de 1960, quando realiza obras que "se situam entre um informalismo de definição orgânica, próximo da abstração gestual", em paralelo com outras mais próximas da abstração hard-edge. Em meados dessa década fixa as premissas essenciais da obra futura, abordando um tipo de figuração conotado com a arte pop "à qual se junta um paisagismo onírico e metafísico" (veja-se, por exemplo, Misterioso, Ousa, 1978).

Povoadas por formas geométricas, por "estranhas arquiteturas e perspetivas, escalas e enquadramentos insólitos", a que se associam "objetos do quotidiano cuja significação transcende a habitual" , as suas obras tanto podem transmitir-nos momentos de ironia como alusões a ameaças apocalípticas e maus presságios… E as frequentes referências esotéricas conferem a muitas pinturas um caráter obscuro, hermético.

ORIGEM: Wikipédia, a enciclopédia livre.
By pedrosimoes7 on 2017-06-24 17:57:27
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Substance in UE4: Creating Landscape Material

Twitch Stream: 7/15/2016

*There is not a part one. First stream had an issue and needed to stop broadcast to restart computer. Nothing was covered in the original stream.

In this stream we looked at using Substance in UE4. We also cover using a Substance to create a landscape material.

Download the Substance: https://www.dropbox.com/s/0raod41fkt1ex9o/rocks_dirt_ground_v3.sbsar?dl=0